Começou o Agosto Dourado – Mês do Aleitamento Materno

Agosto é conhecido como o mês do Aleitamento Materno e, por isso, é chamado de “Agosto Dourado”. Conheça a importância do período!

Nomear os meses por cores virou uma tradição das mais diversas campanhas, como o Outubro Rosa, criado para frisar a importância do autoexame para a identificação do câncer de mama. Agosto é conhecido como o mês do Aleitamento Materno e, por isso, é chamado de “Agosto Dourado”.

No ambiente corporativo, o Agosto Dourado não deve passar em branco. Eventualmente em empresas de diversos segmentos existem mulheres gestantes, que pretendem engravidar,  lactantes ou ainda pessoas envolvidas com lactantes que precisam receber informações sobre este período da vida das mulheres com seus bebês. 

Pensando nisso, idealizamos uma série de possíveis ações aos empresários, no que diz respeito a informações pertinentes a respeito do aleitamento materno. Nosso embasamento para listar estas ações foi em conjunto com a Pesquisadora, Nutricionista e doutora em Ciência de Alimentos, Vanessa Javera. Segundo a médica, apenas 38% das mulheres conseguem amamentar exclusivamente seus bebês nos primeiros seis meses de vida, devido a problemas diversos.

As empresas podem atuar para que esta taxa cresça, oferecendo um bom ambiente de trabalho, propício para a amamentação. Para Javera, “a produtividade está totalmente aliada ao bem estar das trabalhadoras, visto que possivelmente pode haver ingurgitamento (empedramento do leite) o que resulta em uma mastite (inflamação) e consequentemente a leva a faltar no trabalho”. Desta forma, o cuidado no aleitamento possui influência direta na produtividade das profissionais. 

Sugere-se que no momento de trabalho, em que a mãe o(a) filho(a) estão separados, a colaboradora realize a ordenha e armazene o leite a cada 3 horas, seguindo o período padrão das mamadas. Para tanto são necessárias alguns ítens por parte da empresa por conta das Normas de Vigilância Sanitária e que todos os cuidados com relação a higiene sejam tomados, por parte da companhia e da funcionária:

Necessidades físicas por parte da empresa:

  • Poltrona  ou  cadeira para amamentação;
  • Pia para lavar as mãos;
  • Álcool em gel;
  • Papel toalha;
  • Sala para ordenhar;
  • Freezer exclusivo para armazenamento do leite.

Necessidades informativas:

  • Um comunicado deverá ser enviado aos funcionários da empresa para que as trabalhadoras ainda gestantes sejam motivadas a amamentação antes de saírem de licença, bem como funcionários (pais, irmãos, etc.);
  • Reforçar por meio de e-mail a não introduzirem fórmulas sem o acompanhamento médico;
  • Informe que a empresa proporcionará um espaço reservado para a coleta de leite (caso vá disponibilizar);
  • Notifique via online os tópicos das responsabilidades de funcionárias pouco antes do retorno ao trabalho;
  • Crie e disponibilize um e-book de soluções para problemas comuns referentes à amamentação.

Responsabilidades da funcionária:

  • Um pote de vidro com tampa plástica estéril trazido de casa;
  • Etiquetas de identificação (com nome e data) trazidas desde casa;
  • Isopor para o transporte. 

Um infinidade de outras ações podem ser inseridas na rotina das empresas para que crianças cresçam alimentadas, com vínculos emocionais estabilizados e que mães e familiares possam trabalhar de maneira confortável. Para completar estas informações, a Dra. Vanessa Javera concedeu duas entrevistas para  o CESEM NEWS (programa informativo do Grupo CESEM) que estão disponíveis em nossas redes sociais. Fique ligado!

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